Mais do que silenciar há que redifinir e reencontrar.
Sentou-se no chão frio, despejou a sua alma numa contemplação inexpressiva. O burburinho da hora de ponta já não o perturbava. Caiu! Ficou! Esperou!
Uma a uma, destemidas e vorazes, as vozes foram levantando o seu tom. As cores fundiram-se lentamente num desbotar suave e calmo. A inercia resistia aos cinzentos coloridos que o assolavam.
Um grito, um gesto de ternura, uma pequena atenção, a vida em todo o seu esplendor. A alegria de ali se encontrar, de ali amar.
O silenciar da euforia do toque da luxúria, sim!? a contemplação de paisagens exploradas, sentidas, perdidas, achadas...
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Silêncio
O silêncio da introspecção
da análise, do retiro, da sabedoria...
O silêncio da timidez,
do embaraço, da vergonha, da exposição total...
O silêncio provocador,
da exclusão propositada, da malvadez, da morte...
O silêncio com as suas múltiplas interpretações e significados,
passíveis de muitos mal-entendidos.
da análise, do retiro, da sabedoria...
O silêncio da timidez,
do embaraço, da vergonha, da exposição total...
O silêncio provocador,
da exclusão propositada, da malvadez, da morte...
O silêncio com as suas múltiplas interpretações e significados,
passíveis de muitos mal-entendidos.
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