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domingo, 19 de julho de 2009

Susanne Schädlich

In der nächsten Internet-Seite eine Leseprobe aus dem Buch Immer wieder Dezember von Susanne Schädlich.

http://www.droemer-knaur.de/buecher/Immer+wieder+Dezember.252507.html?ansicht=leseprobe

Es gibt kein Gedächtnis der Völker ohne das des Einzelnen. Die deutsche und europäische Geschichte ist imprägniert mit Trennungserfahrungen von Familien, Freunden und Bevölkerung. Die Erzählung von Susanne Schädlich ist eher ein Tatsachenbericht, das vielen an das Herz spricht. Eine Nachkriegsgeschichte, die sich überwiegend auf die Ost-West Dikotomie zentriert, und ohnehin intimste Gefühle darlegt.

Um relato sobre a experiência individual de separação. Quadros sentimentais expostos com lucidez, num contexto de dicotomia e divisão, na escolha entre o eu e o colectivo.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Anos 80

Os anos 80 estão novamente na moda. Se, antes da morte de Michael Jackson, o fenónemo do re-surgimento da música e dos estilos dessa década já era uma realidade, a morte inesperada do rei da Pop veio aumentá-lo, com um enfoque muito especial sobre tudo o que esta vedeta revolucionou em termos musicais, de estilo, de mundividência e de inovação.
Assistindo às inúmeras homenagens que têm sido feitas, sob a forma de reportagens televisiva, radiofónica e jornalística, constatei que se perdeu uma das tendências introduzida pelos artistas, então em voga. A da solidariedade. Os eventos destinados à angariação de fundos a favor dos mais desfavorecidos, das crianças do terceiro mundo e.o., tais como o Band Aid e o We are the World representam momentos únicos, com a impressão digital indistinta de nomes de renome como Michael Jackson e Bob Geldorf.
Embora tenha havido replicação, nunca mais a mediatização e o sucesso foram tão fortes como nesses finais da década de 80 e início dos anos 90.
Como um comentador dizia, e muito bem, dicilmente haverá alguém que consiga atingir o conceito de vedeta como Michael Jackson e Madonna conseguiram veicular. Uma fama internacionalmente conhecida e reconhecida pelo público em geral, pelo mundo do espectáculo, pelas esferas política e religiosas, tanto pelo talento, como pelo facto de desafiarem conceitos, preconceitos e ordens instituidas, sem descurar aspectos humanos de solidariedade social.
No fundo os anos 80, e os produtos deles resultantes, representaram a consolidação da "revolução" iniciada pelo Flowerpower dos anos 60 e o ponto de viragem para a mediatização global. E, um aparte da minha autoria, uma maior atenção um mundo mais desfavorecido e frágil, onde a imagem das crianças desempenha um papel fundamental. Não foi em vão que se tentou destruir a imagem da Michael Jackson, invertendo as suas intenções e os seus sentimentos em relação às crianças.
Um novo desepertar de consciência que valoriza os que serão a geração do futuro, da inovação e do desenvolvimento, em detrimento da geração dos anciães de saber fundamentado no legado cultural e na experiência de vida.
Em suma, vivemos tempos de mudança profunda com a inversão das ordens instituidas.
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