Passei a mão pela estante e retirei um livrinho amarelo, de uma editora tão familiar a quem aprecia literatura alemã, abri-o e os meus olhos cairam nestas palavras incitadoras de acção e mudança:
Menschen, Menschen alle, streckt die Hände
Über Meere, Wälder in die Welt zur Einigkeit!
Dass sich Herz zu Herzen sende:
Neue Zeit!
Starke Rührung so11 aus Euren Aufenthalten
Flutgleich wellen um den Erdeball,
Mensch-zu-Menschen-Liebe glühe, froh verhalten,
Überal1!
Was gilt Westen, Süden, Nähe, Weitsein,
Wenn Euch Eine weltentkreiste Seele millionenfältigt!
Euer Mutter-Erde-Blut stromend Ich- und Zeitsein
Überwaltigt!
Menschen! Alle Ihr aus einem Grunde,
Alle, Alle aus dem Ewig-Erde-Schoss,
Reisst euch fort aus Geldlkampf, Krieg, der Steinstadt-Runde:
Werdet wieder kindergross!
Menschen! Alle! drängt zur Herzbereitschaft!
Drängt zur Kronung Euer und der Erde!
EiniggroBe Menschheitsfreunde, Welt- und Gottgemeinschaft
Werde!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Infância...
Os olhos grandes e brilhantes, o olhar atento, a tentativa de apreender e compreender todas as palavras, conceitos, mensagens e explicações que o mundo envolvente faz chegar. A vontade de ir mais além, ser travado, repreendido, castigado... O choro, a birra, o esbracejar, o querer desenvencilhar-se dos braços, das cadeiras que prendem. O aconchego do colo, o calor dos mimos dos pais, a alegria dos amigos. A infância um mundo pleno, cheio, aconchegante. Os direitos da criança num mundo que muitas vezes teima em não as querer ouvir...
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